Existem três principais técnicas utilizadas:
Após a realização, podem surgir efeitos leves e geralmente passageiros:
As amostras são analisadas por um patologista e os resultados geralmente ficam prontos em até uma semana. A biópsia pode identificar:
A biópsia é uma ferramenta essencial para o diagnóstico preciso. Avanços como a técnica transperineal e a fusão de imagens aumentam a segurança e a eficácia do procedimento.
Se você tem histórico familiar ou exames alterados, converse com seu urologista sobre a biópsia de próstata. O diagnóstico precoce faz toda a diferença no sucesso do tratamento.
Agende sua consulta e tire suas dúvidas com o Dr. Gustavo Toniazzo.
A vasectomia é um procedimento cirúrgico destinado à esterilização masculina. Se você está considerando essa opção, é importante entender como funciona, quando é indicada, e o que esperar antes e depois do procedimento.
O Que é a Vasectomia?
A vasectomia é uma cirurgia que corta e fecha os ductos deferentes, tubos que transportam os espermatozoides dos testículos até a próstata e vesículas seminais (onde eles se unem ao sêmen). Ao interromper esse caminho, os espermatozoides não se misturam mais ao sêmen e não são ejaculados durante a relação sexual.
A vasectomia é uma opção para homens que:
O procedimento de vasectomia é relativamente simples e é feito em um ambiente ambulatorial. Veja como ocorre:
O risco de recanalização espontânea, que permite o retorno da passagem dos espermatozoides pela área operada, é raro e acontece em 1 para cada 2.000 casos operados. Isso torna a vasectomia um procedimento muito seguro, com altíssimas taxas de sucesso e segurança.
Em resumo, a vasectomia é uma opção eficaz e segura para homens que desejam um método permanente de controle de natalidade. No entanto, é importante lembrar de que a vasectomia não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Se a proteção contra ISTs for uma necessidade, o uso de preservativos deve ser mantido.
Se você está considerando esse procedimento, agende uma consulta para esclarecer suas dúvidas e entender melhor os riscos e benefícios.
Agende sua consulta e tire suas dúvidas com o Dr. Gustavo Toniazzo.
Os cálculos urinários, conhecidos como pedras nos rins, são formações sólidas que surgem quando substâncias presentes na urina se cristalizam. Eles podem variar de tamanho e estar localizados nos rins, ureteres, bexiga ou uretra.
Os sintomas mais comuns incluem dor intensa nas costas ou abdômen, dor ao urinar, sangue na urina, náuseas e vômitos. Diante desses sinais, é fundamental procurar um urologista para avaliação e definição do tratamento adequado.
O tratamento depende do tamanho e da localização do cálculo e pode envolver desde medidas clínicas, como hidratação e medicamentos, até procedimentos minimamente invasivos.
A prevenção é possível com hábitos simples, como ingerir bastante água, reduzir o consumo de sal, proteínas animais e alimentos ricos em oxalato, além de acompanhamento médico nos casos indicados.
Com o tratamento correto e mudanças no estilo de vida, é possível resolver o problema e reduzir o risco de novos cálculos.
A cirurgia para cálculos urinários evoluiu significativamente. Hoje, a maioria dos procedimentos é feita sem cortes, por via endoscópica, utilizando aparelhos finos introduzidos pela uretra.
Por meio do uso de laser, o cálculo é fragmentado em partículas muito pequenas, que podem ser removidas ou eliminadas naturalmente.
Em casos específicos, como cálculos maiores localizados nos rins, pode ser necessário um pequeno acesso pela pele, permitindo a retirada completa da pedra.
Essas técnicas oferecem alta eficácia, rápida recuperação e, em muitos casos, possibilitam alta hospitalar no mesmo dia.
O cálculo coraliforme é um tipo mais complexo de cálculo, que ocupa parte ou todo o sistema coletor do rim, podendo estar associado a infecções urinárias de repetição e perda da função renal.
O tratamento tem como objetivo a remoção completa do cálculo e a prevenção de novos episódios. A principal abordagem é cirúrgica, utilizando técnicas endoscópicas avançadas, como a nefrolitotripsia percutânea, com pequenos acessos e aparelhos miniaturizados.
Em alguns casos, a combinação de acessos permite alcançar todas as áreas do rim, aumentando a eficácia do tratamento. A recuperação costuma ser rápida, com menos dor e bons resultados funcionais.
Após o tratamento, o acompanhamento médico e as medidas preventivas são essenciais para preservar a saúde renal e evitar recidivas.
Não. A cirurgia realizada para tratar o crescimento benigno da próstata não apresenta risco desse tipo de complicação. Como é feita por dentro da uretra, não há chance de lesionar o nervo responsável pela ereção, localizado na parte externa da próstata.
Sim. No fim da cirurgia, coloca-se uma sonda uretral que tem a função de lavar a bexiga e impedir que resquícios de sangramento possam formar coágulos que obstruam a bexiga. Essa sonda fica, em média, por 24 horas e é retirada antes da alta hospitalar.
É comum que o paciente sinta um leve desconforto urinário nos primeiros dias, mas isso melhora progressivamente e responde muito bem ao uso de medicações analgésicas.
Uma melhora substancial já é evidente nas primeiras micções. Porém, o processo de cicatrização é lento e gradual, e o benefício máximo da cirurgia pode levar algumas semanas para ser alcançado.
Sim. O sangramento urinário no pós-operatório é bastante leve e comum, e pode ocorrer eventualmente por algumas semanas.
Após a cirurgia, o líquido seminal, em vez de ser expelido pela uretra como antes, volta para a bexiga e depois sai na micção. Essa alteração não interfere na qualidade do orgasmo.
É fundamental manter os métodos de prevenção de gravidez por 3 meses ou até aproximadamente 25 ejaculações depois da cirurgia. Após esse período, um exame de espermograma será realizado para confirmar a esterilização.
Embora a vasectomia seja considerada permanente, existem procedimentos que podem reverter a cirurgia, chamados de vasovasostomia. No entanto, a reversão não é garantida e as chances de sucesso diminuem com o tempo. Portanto, é essencial refletir bem antes de decidir pela vasectomia.